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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Maquilhagem: batons Rimmel, Kate Moss


Eu amo maquilhagem.


Eu sou aquele tipo de mulher que passa um ano sem comprar sapatos, meses sem comprar roupa e está tudo ok. Mas eu adoro maquilhagem (não é que também compro muito, prefiro ter pouca mas boa).
Aqui há uns meses decidi fazer um workshop de auto-maquilhagem com uma maquilhadora profissional. Infelizmente não era só para mim, éramos um grupo de cinco pessoas e uma delas tentava sempre centrar as atenções nela, pelo que acabou por não ser uma formação muito individualizada.


Ainda assim, deu para apanhar umas óptimas dicas, que tenho aplicado em mim desde aí.
Em termos de produtos, a formadora era um pouco avessa a recomendar-nos marcas, pois não era esse o objectivo da formação, mas lá acabou por dizer que em termos de preço/ qualidade era grande fã dos batons da Rimmel, da linha Kate Moss.






Comprei em Barcelona os primeiros, embora os possam encontrar em supermercados como o Continente. Por cá custam perto de 8€, em Barcelona comprei a 4,5€.
Comprei o nº 3, um tom nude, e foi a primeira vez na minha vida que usei um batom de princípio a fim. É o meu batom preferido do dia a dia. Entretanto, a semana passada quando estive em Barcelona novamente, voltei a comprar.
Tenho também um rosa claro, cujo nº agora não me recorda, tenho o 107 um vermelho a fugir para bordeaux, e ultimamente comprei o 54, um rosa menos mate e com mais brilho e que não me dura tanto quanto os da outra gama.


Pelo preço são top! Super resistentes e bonitos. Aconselho mesmo.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Esta noite sonhei

Esta noite sonhei que tinha um bebé.


Sonhei que acordei e fui até ao outro quarto e lá estava no berço a dormir um bebé gordinho e sorridente.
Peguei nele ao colo, estava nu, mas não estava frio. Comecei a enchê-lo de beijos: beijei-lhe a cabeça, a carinha, os braços, as costas, o rabinho, os pés... enquanto ele ria satisfeito.
Levei-o para a minha cama e deitei-o entre mim e o meu marido. Estávamos todos tão felizes.


Acordei nesse momento, a meio da noite, e não consegui voltar a adormecer.


Foi a primeira vez que sonhei que era mãe. E estava tão feliz.


....


Hidrossalpinge. Caiu assim que nem uma bomba. Mas estou habituada a ter de lutar pelos meus sonhos. Nunca nada me vem fácil, mas assim também dou mais valor.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Dicas de viagem: Menorca - as praias

Olá maltinha!


Para terminar o assunto Menorca, falarei agora das praias.
As praias apesar de no mapa parecerem muito perto umas das outras, de carro acabam por ficar muito longe, pois as melhores são bastante inacessíveis, ou seja não têm parque de estacionamento em frente à praia.


Para esclarecer melhor, imaginem uma praia que no mapa fica a 3km da outra, de carro fica a 15km. Pois é preciso andar para trás em estradas muito estreitas, até chegar à estrada principal e depois virar por um caminho muito estreito que vai dar à praia seguinte.


E boa sorte a arranjar estacionamento. E depois de estacionar, toca a caminhar! Na zona sul da ilha, é pelo monte, ao som de besouros. Na zona norte, ao calor mesmo. Dependendo da praia são 15 minutos a 40 minutos a pé. Com crianças não será nada fácil, ou para quem tem mobilidade reduzida.


Mas quando se começa a avistar as praias é uma maravilha! São lindas, de um azul magnífico, água quente... atenção que muitas não têm sequer um cafezito, são selvagens, pelo que têm de ir prevenidos.


Outra questão: para algumas praias há estacionamento limitado. Na estrada principal começam a ver placard´s que anunciam se a praia está ou não lotada. Se disser que está lotada nem se chateiem, se arriscarem ir até lá vão ser mandados para trás por uns fiscais.


Ora a Cala en Turqueta é das mais conhecidas, senão a mais conhecida e estava SEMPRE cheia! Dica, que me deu a senhora da casa e que foi muito útil: para estas praias, a partir das 17h30 +- o placar diz que está cheio mas já não há fiscais, pelo que a essa hora as pessoas começam a abandonar a praia, já há lugares mas o placard continua a dar cheio. Arrisquem a essa hora e vão! Das 18h até o sol se pôr ainda dá para aproveitar muito. Mas a en Turqueta esteve longe de ser a minha praia preferida.


Praia preferida: Cala Pregonda no Norte (dica da senhora da casa)


Digam lá se ao chegar a vista não é uma maravilha
É das que mais se precisa de caminhar para lá chegar mas estava-se uma maravilha! A areia é mais grossa, o que para mim é óptimo, não tinha excesso de gente pois tem alguns areias distintos, água linda e quente.... recomendo!


Segunda preferida: Macarella



A Macarelleta ao lado também parece divina mas estava demasiado cansada para caminhar mais!


Terceira: Mitjana

Não recomendo: Galdana (demasiado turística, a água sujita, enfim...
Alguma dúvida deixem comentário ou enviem mail: pandaquerida@gmail.com


domingo, 23 de julho de 2017

Dicas de viagem: Menorca



Olá maltinha!


Continuando o post de ontem... chegamos à ilha eram 23h. Coisas práticas:


Carro
Cerca de três meses antes enviei um email para a Autos Amigo (menorcarhire.com), a pedir orçamento para um carro, de quinta à noite a terça de manhã. Demoraram a responder e disseram que eram 150€. Foi o orçamento mais baixo que tive, pelo que respondi que ok, queria alugar, e eles disseram ok não se preocupe. E não me pediram absolutamente mais nada!
Uma semana antes da viagem decidi telefonar para o escritório deles, pediram para enviar foto da carta de condução via WhatsApp e enviar o nº do cartão de crédito.
Pois bem, posso dizer-vos que aluguei carro, correu tudo às mil maravilhas e não vimos uma só pessoa! Tudo tratado por mail e WhatsApp. Saímos do voo, no parque de estacionamento estava o carro. Foi entrar e arrancar para o local onde íamos ficar. No último dia estacionamos o carro no aeroporto, mandamos mensagem a dizer onde ele tinha ficado e foi seguir viagem! Super simples! Andamos muito com o carro, muito mesmo, e no final para atestar o depósito foram 50€.


Casa
Foi a primeira vez que decidimos não ficar em hotel. Depois de muito pesquisar via booking, etc... era tudo muito caro! As nossas viagens são low cost, só assim podemos continuar a fazê-lo. Decidi arriscar pelo AirBnB e alugar apenas um quarto. Ficamos na casa de uma senhora, dos seus cinquenta anos, super simpática, que saía pra trabalhar às 7h da manhã, vinha dormir a siesta quando nós não estávamos e depois regressava às 22h. Ou seja, pouco nos cruzamos com ela.
A casa ficava a cinco minutos a pé da Cala n Brut, a 3 minutos de los Delfines uma zona com supermercados, restaurantes, lojinhas, animação... e a cinco minutos de carro da Ciutadella. (a melhor cidade para se passear). Cinco noites por 250€.
Cala n Brut
Localização
As melhores praias (pelo menos as mais conhecidas) situam-se nesse lado da ilha e a meio mais ou menos, pelo que se é esse o vosso objectivo aconselho a ficarem hospedados pela zona onde nós ficamos, em oposição a Maó.


Comida
Há restaurantes para todos os preços, gostos e feitios. De manhã íamos ao supermercado, comprávamos pequeno almoço, coisas para o resto do dia, para levar para a praia (água, gelo, sandes, fruta), cerca de 10€. E depois só ao jantar é que íamos a restaurantes. Chegamos a ir à Ciutadella, tem muito por onde escolher junto ao porto. Tem no centro um Burger King com uma das melhores vistas, top para fotos, de sempre... também fomos mais ao final da rua onde ficamos alojados, no complexo de Los Delfines, recomendo o restaurante Bianco e os crepes de Sa Torreta.


Cova d'en Xoroi
É um daqueles locais que dizem não devemos perder. É uma gruta / bar/ discoteca, mesmo de frente para o mar. Eu que estou já um pouco farta de locais muito turísticos não fazia questão de ir. Mas no último dia, o meu marido, branquinho de pele, já tinha um escaldão jeitoso. Recusou-se a ir para a praia. Fomos passear. Ciutadella já conhecíamos, fomos a Maó. Boring! Então lá acabamos na Cova d'en Xoroi. Antes das 17h paga-se 9€/ pessoa, depois dessa hora já sobe para 13€. Não esperamos pelo pôr de sol, já vi muitos lindíssimos, não achei que lá fosse ser o melhor da minha vida e saímos antes da confusão.
Na Cova d'en Xoroi


Quanto às praias... aguardem pelo post #3!


Alguma questão mais, podem deixar comentário ou enviar mail: pandaquerida@gmail.com


sábado, 22 de julho de 2017

Dicas de viagem: a escala em Madrid (antes de irmos para Menorca)

Olá maltinha!


Hoje decidi escrever sobre a minha última viagem que foi até Menorca, Ilhas Baleares, Espanha.


Ora bem, para quem gosta de praia e de sossego a ilha é um sonho. Para quem gosta de agitação nocturna e parques aquáticos, etc... se calhar é melhor escolher a vizinha Maiorca.


Mas vamos por partes senão o post fica enorme.


Eu viajei do Porto até Madrid pela Ryanair, de manhã cedo e depois só tinha voo pela Vueling para a ilha às 21h30. O que significava um dia inteiro de escala. Isto foi propositado, primeiro porque os voos ficavam mais baratos, depois apesar de já anteriormente ter feito escalas em Madrid, não conhecia a cidade, e assim aproveitamos esse dia para o fazer.


Ora parece-me que um dia é bem suficiente para Madrid. No nosso caso foram apenas algumas horas e fiquei cheia! Chovia como se as torneiras de S. Pedro se tivessem avariado sobre a cidade. Frio, vento e chuva intensa não é uma boa combinação para passear.
Conclusão gastamos imenso dinheiro e não vimos nada de jeito (valores para duas pessoas):
  • deixar malas no cacifo do aeroporto: 20€
  • aeroporto-centro-aeroporto (autocarro à saída do aeroporto): 20€
  • bilhetes autocarro hop on-off (pois com pouco tempo é o mais prático): 42€
  • Guarda-chuva: 10€
  • Comidas
Ainda por cima tivemos a primeira experiência de assalto numa viagem!


O meu marido levava uma pequena bolsa às costas. Eu ando sempre com a minha mochilinha colocada à frente, mas ele como apenas levava um pacote de bolachas nessa bolsa (verdade :D ), pois ia com o telemóvel e a carteira no bolso da frente dos calções, ia com a bolsa para as costas.
Nisto ele sentiu alguém a abrir-lhe a bolsa, vira-se para trás e estava uma romena a acabar de lhe abrir a bolsa. Eu, que não sou de modéstias largo logo aos berros com ela e agarro-a enquanto ele confirma que ainda tem a carteira e o telemóvel. Nisto, já estavam dois romenos (homens... grandes) do meu lado, larguei a fulana e passaram-se ao fresco. Eram só bolachas mas se fosse mais lá se ia.


Basicamente saímos junto ao Estádio Santiago Bernabéu, o marido insistiu, e junto ao Puerta del Sol, local onde tem a estátua do urso e onde aproveitamos para almoçar na Hamburgueria artesanal Bacoa. Depois demos duas voltas dentro do autocarro turístico e nem na Gran Vía com as suas lojas enormes me apeteceu sair, devido à chuva e frio.


Depois foi o regresso ao aeroporto e finalmente a ida para Menorca, mas isso fica para o próximo post.







sexta-feira, 21 de julho de 2017

E o fitness como é que anda?

Olá maltinha!


Das coisas sobre as quais eu mais escrevia neste blog, e sobre a qual as pessoas tinham mais curiosidade, era a minha prática de exercício físico.
Neste ano e meio estive parada parte do tempo, e desde Setembro do ano passado (há 10 meses, portanto), que voltei a frequentar o ginásio com regularidade.





Querem que vos diga o principal motivo para não desistir do ginásio? A equipa que lá trabalha. Gosto muito dos professores e funcionários deste novo ginásio (novo para mim, o ginásio já tem 18 anos).
E embora eu não esteja a seguir nenhum plano de treino (que me foi dado no primeiro mês), as aulas são tão divertidas que me esforço sempre por ir. Faz bem ao corpo, mas essencialmente à cabeça.


Em termos de resultados físicos não tive muitos, aliás, desde que perdi os 20kg's (há sete anos) este foi o Verão, em que fui para a praia com alguns complexos devido aos kgs a mais. A verdade é que não me esforço por fechar à boca e sem isso é difícil. Se for eu a cozinhar, é super saudável. Mas como eu detesto cozinhar acabo por comer fora muitas vezes e aí já abuso. Nos lanches também... um bolinho ou pão diariamente.


Mas tento ir no mínimo dos mínimos 3x / semana ao ginásio, pelo bem que me faz à alma. E as calorias que lá queimo também não acumulam, por isso vale sempre o esforço.


Tenho praticado Power Jump, Combat, HIIT e Cycling basicamente. Outra coisa que me faz seguir com a paixão pelo fitness é o objectivo de chegar a idosa com alguma mobilidade aceitável. Sempre acho que quem pratica exercício tem mais probabilidades disso acontecer.


E por aí? Alguma paixão por desporto?

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Good goodbye Chester


É bem assim que me lembro dele, nesta posição e tudo.

Hoje pensei em escrever sobre muita coisa, mas com a notícia da morte do Chester, dos Linkin Park, é inevitável escrever sobre ele.

Sabem o que me custa? É o suicídio. As doenças mentais são tão descuradas e tão terríveis. Só quem lá está, sabe o que lá vai.

E o tanto que eu sempre admirei este homem e não sabia nada da sua vida pessoal. Porque é assim : alguém que vale pelo seu talento, não costuma ter a vida pessoal escancarada em todo lado. Não fazia ideia que tinha seis filhos, e que tinha sido abusado em criança e ainda sofria com isso. A infância é TUDO na vida do ser humano. Cada vez mais me convenço disso. O que tenho a escrever sobre isso dá todo um novo post, mas basicamente aquilo que nos acontece na infância faz de nós o que somos. Sim, as pessoas amadurecem e evoluem, mas a educação, os valores, as ligações, a auto estima têm as suas bases nas experiências de infância. Creio que por isso um doente de Alzheimer tende a recordar as memórias mais fortes, que são as da infância. A minha infância não foi a "normal" da malta da minha idade, foi pesada,e eu atribuo a isso muitas das minhas características, tais como a desconfiança perante os outros, o medo da instabilidade financeira, o touro enraivecido dentro de mim... Mas enfim, fugi completamente ao assunto.

Passei muita hora a ouvir Linkin Park, ainda hoje os oiço com muito agrado, foram inovadores na época, namorei muito ao som deles 😀 quando conheci o meu marido eles estavam no auge e os cd's andavam sempre no carro.

Espero que a família dele não sofra muito, que consigam entender o porquê dele fazer o que fez e perdoar. E acima de tudo, espero que a alma dele finalmente encontre a paz que tanto procurava, pois quando se é admirado por milhões e nem isso nos dá forças, é porque a luta interior é terrível.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A necessidade de escrever

Olá!


(e agora passa uma bola daqueles novelos de ramos do deserto, que se vê nos filmes de cowboys)


Sim.. já não deve andar por aqui ninguém.


Ano e meio sem escrever no blog.


Comecei a desistir de escrever nele porque sempre falei/ escrevi com o coração na boca/ mãos, era um blog muito pessoal, que começou a ser visto por pessoas do meu dia a dia em busca de cusquices. E eu senti-me censurada...
Depois migrei para outras redes sociais, Snapchat e Instagram, que ainda uso bastante, mas não é de escrever que se trata. E o meu amor é a escrita.


Tenho dado por mim a pensar iniciar um novo blog, mas tenho este desde 2010. E para quê iniciar um novo, se nem sei se vou manter regularidade na escrita....


Então esta é uma tentativa de regresso. A ver se algo flui.
Já nem sabia como escrever uma mensagem nova no blogger, mas pode ser que aos poucos vá lá.


Isto dos blog's ainda existe? Ou anda tudo já virado para instastories e youtubers?







terça-feira, 18 de julho de 2017

Por treze razões (13 reasons why)



Li o livro "Por treze razões" de Jay Asher quando tinha uns 15 anos. Marcou-me imenso.




Quando soube que a série ia estrear sabia que a tinha de ver. Mas esperei pelas minhas férias para poder ver a temporada seguida e sossegada. Vi os 13 episódios, de 50 minutos cada, em dois dias.


Se os primeiros episódios são um bocado infanto-juvenis demais, com o adensar da história acaba até por ficar demasiado gráfico e marcante. Ficamos agarrados à história e por Deus, como fiquei triste pela personagem principal.


Eu não quero colocar aqui spoilers, o que posso dizer é que somos todos de personalidades diferentes. Os problemas que a personagem principal, a Hannah Baker enfrentou, eu na idade dela tê-los-ia enfrentado de forma completamente diferente. Mas tal como ela diz na série: "a opinião das outras pessoas sempre me importou bastante". Não posso dizer o mesmo de mim, que sempre me borrifei um bom bocado para o que os outros pensam. Mas, para quem se importa... pode acontecer numa espiral de depressão como a Hannah e correr muito mal. Até porque se os adultos conseguem ser muito maus uns para os outros e já têm idade para ter juízo, imaginem adolescentes influenciáveis.


Para quem tem filhos a série há-de ser um grande abre olhos, mas deve deixar os pais com os cabelos em pé.


Chamo também a atenção para os actores que fazem de Clay Jensen e o Tony. Uns fofos e com muito talento!